A reforma e o suposto déficit da Previdência
Por Murilo Aith | Segundo Denise Gentil, economista e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o discurso que a previdência no Brasil é deficitária é, na verdade, falso
Reflexões sobre o mundo do trabalho a partir de diferentes áreas do saber, como Direito, Economia, Sociologia e História.
Por Murilo Aith | Segundo Denise Gentil, economista e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o discurso que a previdência no Brasil é deficitária é, na verdade, falso
Por Mariana Mazzini Marcondes e Gabriela Spanghero Lotta | É importante reconhecer que existe uma priorização política clara quando se decide por, ao mesmo tempo, aumentar salários do Judiciário e de outros Poderes e desvincular receitas para a saúde e educação
Por Pepe Escobar | Às vésperas da Copa Europeia, greves em defesa dos direitos trabalhistas paralisam país. População apoia. Mas insanidade do governo “socialista” pode abrir espaço para direita
Por Paulo Kliass | As informações catastrofistas a respeito da situação da Previdência Social operam com a desinformação da maioria da população
Por Rosana Pinheiro-Machado e Cristiane Brasileiro | Como mulheres são maioria nas graduações mas terminam em minoria chocante nos altos círculos de poder?
Por Clemente Ganz Lúcio | É tempo de lutar contra grandes adversidades e os resultados devem ser analisados frente a este contexto. A experiência nos mostra que a qualidade e a força da capacidade sindical crescem e se renovam frente às adversidades
Por Pedro Paulo Teixeira Manus | A questão do desemprego decorrente da estagnação da economia brasileira é tema relevante e as notícias revelam a intenção do governo e dos empresários de flexibilização dos direitos dos trabalhadores
Por Rubens Goyatá Campante | Devido à vitória do projeto rentista ao qual a elite econômica aderiu majoritariamente, os direitos sociais e do trabalho correm perigo
Por Leonardo Sakamoto | Aquilo que foi conquistado a suor e sangue, muitas vezes através de décadas de lutas e reivindicações, e que representa um patamar mínimo de garantia de dignidade e de civilidade, pode ser revisto diante de outras prioridades elencadas pelo novo governo e por quem o colocou lá
Por Denis Maracci Gimenez | A deterioração das condições econômicas e a estratégia adotada para reverter o difícil quadro que se impõe acaba por trazer sérios riscos de que sejam revertidas também as importantes conquistas sociais do período 2004-2013
Por Pablo Polese | Os capitalistas aproveitam o tempo de lazer dos trabalhadores para lhes prolongar o tempo de formação sem comprometer a duração da jornada de trabalho
Por Clemente Ganz Lúcio | O Brasil pode muito se houver compromisso que crie projetos e tome iniciativa. O diálogo é o melhor caminho para fortalecer compromissos e um grande instrumento para promover transformações
Por Leonardo Sakamoto | É mais fácil arrancar sinceridades sobre antropofagia da boca de políticos do que sobre CLT e Previdência. Se bem que devorar o trabalhador enquanto ainda respira é antropofagia
Por Francisco Louçã | Como é que o trabalho produz valor, essa interrogação não tinha uma única resposta e, no entanto, era essencial. Marx dedicou-se a responder a tal questão
Por Rogério Tuma | O que aconteceria se os plantonistas do SUS decidissem entrar em greve?
Por Jandyra Uehara Alves | O trabalho doméstico no Brasil carrega marcas da cultura escravocrata e patriarcal, e mesmo com avanços nas garantias de direitos, esta herança exploradora permanece
Por João Sicsú | O novo governo avalia que o mínimo é só um custo, e deve ser reduzido para que haja aumento da competitividade da economia
Por André Augusto S. Bezerra e Alberto Alonso Muñoz | Impõe-se abandonar a posição defensiva e voltar à luta no sentido da expansão e aquisição de novos direitos. Luta que se dá no campo político e social, mas também pelas potencialidades no campo jurisdicional da Constituição de 1988
Por Gilles Bouvaist | Certamente, o trabalho forçado pertence ao passado. Entretanto, o trabalho não desapareceu do universo carcerário. Ele é apresentado agora como um instrumento de reinserção
Por Marcio Pochmann | “Um dia nosso silêncio será mais forte que as vozes que hoje vocês estrangulam” (Mártires de Chicago)