Novo Sujeito Coletivo – A Governança de Populações em Três Tempos do Capitalismo no Brasil
Autor. Editora, ano
Por Guilherme Daroit | Com brechas, lei sobre a liberdade dos gentios não resultaria em abolição da prática
Com o Decreto nº 12.857, País oficializa adesão ao documento que reforça a proteção às vítimas, prevê punições severas e moderniza ações contra exploração
Por Clemente Ganz Lúcio | Ao completar 90 anos, o salário mínimo reafirma seu papel como um dos pilares da democracia social brasileira. Onde ele é valorizado, há menos pobreza, menos desigualdade e mais dinamismo econômico. Onde é corroído, crescem a exclusão, a informalidade e a instabilidade social.
Por Álvaro Sólon de França |
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A Previdência Social é o maior programa de redistribuição de renda existente no país. Ela reduz as desigualdades sociais, corrige as injustiças ao garantir a cidadania, impulsiona as economias locais, evita o êxodo rural. É, enfim, a verdadeira âncora social do Brasil.
Por Dão Real Pereira dos Santos | Comparação feita entre o número de contribuintes do imposto de renda no Brasil com países desenvolvidos, feita pelo site G1. está equivocada.
Ipea aponta avanço após crises e retomada do trabalho e da assistência
Por Juliano Giassi Goularti | Renda do capital se multiplica a uma velocidade incomparável em relação à renda do trabalho, corroendo o poder de compra dos assalariados e aprofundando a concentração de riqueza
Publicação da Ação Brasileira de Combate às Desigualdades e do DIEESE
Por Helena Martins de Carvalho | Brasil se aproxima do padrão internacional de proteção dos direitos humanos
Salário do trabalhador e emprego com carteira assinada são recordes
Por Claudio Salvadori Dedecca e Cassiano José Bezerra Marques Trovão | Nas últimas décadas, ganhou destaque a discussão sobre a desigualdade com foco na distribuição de renda do estoque de bens e direitos
Por Rodrigo de Lacerda Carelli | Comparação nos deixa envergonhados e mostra a Suprema Corte brasileira na vanguarda do atraso
Por Henrique Morrone |
Reindustrializar o Brasil exige ir além do curto-prazismo fiscal e recuperar a capacidade estratégica do Estado em articular crescimento, produtividade e inclusão
A massa de rendimento mensal domiciliar per capita atingiu R$ 438,3 bilhões em 2024 — o maior valor da série histórica iniciada em 2012. O número de trabalhadores ocupados também nunca esteve tão alto. Ao mesmo passo, a desigualdade recuou a seu nível mais baixo. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE. Mas, afinal, por que muita gente não tem a sensação de que vivemos melhor?