“Enquanto não houver uma posição do sindicato que esteja ali, orgânico, vai ser muito difícil ter uma greve”. Entrevista com Mayra Andrade, ex-entregadora de plataforma digital

Ilustração: Mariana Simonetti

Seguindo a série de entrevistas com trabalhadores de aplicativos do projeto “Trabalhadores de Apps em Cena”, esta entrevista foi realizada com Mayra Andrade, entregadora de plataforma digital no Rio de Janeiro em 2018

Fotografia: Arquivo pessoal

Confira a entrevista.

DANIELI C. BALBI: De acordo com a sua avaliação, o conjunto das trabalhadoras e trabalhadores de aplicativos tem consciência de que a vulnerabilidade de suas condições de trabalho se relaciona às questões mais gerais, resultado da nova forma da contradição entre capital e trabalho e da necessidade que o capital tem hoje de criar condições precárias ao exercício desse trabalho, retirar direitos e, assim, deprimir o valor da força de trabalho?

Então, eu acredito que não, porque é justamente isso é que leva a pessoa a se organizar a trabalhar, às vezes, sem intervalo nenhum, doze horas por dia, pra fazer no final do mês R$ 900,00, entendeu? Porque, como ele acredita que trabalhando cada vez mais, trabalhando cada vez mais, vai conseguir juntar essa renda, ele não tem essa consciência de que está em um trabalho precário, de que forma que o governo poderia estar ajudando ele. Ele não tem nenhuma consciência disso. Por isso é que ele acaba se matando mais ainda de trabalhar, porque ele tem uma consciência de que não é ele que precisa de ajuda, ele tá trabalhando menos, entendeu? (…) Então, completando com isso que eu já falei, ele também não tem essa consciência de que as empresas acabam fazendo essas uberizações pra que saia mais barato pra ela e que ela tenha mais força de trabalho ainda. Eles não têm essa consciência. No caso, eu, na época, achava que, tipo, eles estavam fazendo uma facilitação pra eu que estava ali desempregada, que tava saindo do subemprego. E não tinha essa consciência de que eu tava entrando pra um outro subemprego, entendeu? Eu achava que isso era uma facilitação. Eu tava ali desempregada, tinha uma certa modernidade falsa que tava chegando pra mim e me dando essa oportunidade de fazer um bico, entendeu, informal. É aquela falsa venda de que você consegue controlar o seu horário, de que você é o seu próprio patrão, mas você nem percebe que está sendo escravizada, entendeu?

GRIJALBO COUTINHO:O que levou você a escolher o trabalho por aplicativo?

Então, como eu respondi na primeira pergunta, era mais ou menos sobre isso. Era muito mais sobre isso de que você achava que tinha uma coisa ali que ia facilitar é… a minha vida. Eu, uma desempregada, que já tava saindo de subemprego, ou seja, não tinha essa consciência. Eu já não tinha consciência de vários direitos, entendeu? E ali tava uma empresa que tava me dizendo que tava me mediando com outras empresas pra que eu ganhasse um dinheiro. E aí eu fui nessa, naquela esperança, na proposta que eles davam, pra gente, de que eu ia conseguir fazer muito dinheiro num dia só e de que, no final do mês, a minha renda ia ser ok, entendeu, mesmo sem tá com a carteira assinada, mesmo sem tá com um patrão ali pra me cobrar as coisas, entendeu? Só que a gente chega lá e a realidade é completamente diferente. Na verdade, é muito rápido que a gente percebe que a gente tá sendo escravizado. Você passa ali, doze horas, esperando pra tocar, ali, uma entrega. Eu já passei doze horas trabalhando e só fiz três entregas. Ganhei no dia R$ 15,00, entendeu? Eu acho que é exatamente esse ponto que leva a gente a ir pra empresa, essa proposta de que “não tem patrão”, “é a gente que faz o nosso horário”, entendeu, “a gente vai no dia que a gente quer”.

IVAN GARCIA: Os algoritmos do aplicativo criam um sistema de recompensas e punições (“sticks & carrots”) que estimulam, como num jogo (“gameficação”), que o motorista se direcione para o local de maior demanda, no momento em que ela se forma. Caso o motorista pare, por exemplo, para almoçar, a empresa envia diversas mensagens estimulando o motorista a voltar a rodar. Por outro lado, além de uma série de diretrizes, a empresa monitora a movimentação do motorista em tempo real. Isso sem contar a utilização que a empresa dá para as avaliações dos passageiros. Sabendo então que a empresa acaba colocando o motorista no local que ela quer e na hora que ela quer, você considera que tem autonomia real para definir seu horário de trabalho? Considerando seus gastos para trabalhar e o valor médio de ganho com as tarifas definidas exclusivamente pela empresa, quantas horas por dia de trabalho você precisava fazer para ter um ganho efetivo? Ainda assim você considera que tinha plena liberdade para definir o horário que trabalhava?

Então, Daniele, é exatamente aquilo que eu te falei. Não, a gente acaba percebendo muito rápido que a gente não tem essa autonomia. E, como eu te falei, era basicamente doze horas por dia pra, quem sabe, a gente conseguir fazer 30, 40 reais. Pelo menos, a minha experiência de entregadora. Sobre essa questão das promoções que eles faziam, os desafios que eles faziam pra gente, vale tanto pra entregador quanto pra uber. Isso é uma informação que eu já tinha na época. Eles, por exemplo… aí, tem um pico de entrega maior lá na Barra da Tijuca. Se você fizer quinze entregas, no período de duas horas, a gente vai te dar R$ 30,00, ou seja, você tinha que se matar, você tinha que se desdobrar pra conseguir um valor digno por dia, que seria conseguir, por exemplo, R$ 30,00 a mais, entendeu? Ah, você faz cinco entregas, num período de uma hora, aí você ganha R$ 30,00. Era esse o único jeito que a gente tinha pra conseguir um valor a mais, que fosse justo e digno no dia, entendeu? Se a gente só fizesse as entregas normais, as entregas com o valor convencional, no máximo, por dia, a gente fazia R$ 30,00, entendeu? E, no final do mês, quase não chega a um salário mínimo, porque seria nessa rotina todos os dias. Doze horas por dia. Era uma rotina que eu não seguia, mas eu tinha várias colegas que seguiam sim, entendeu? Então, é uma mentira de que a gente vai conseguir fazer uma renda, de que a gente vai conseguir fazer o próprio horário, porque isso não funciona. Pra você conseguir uma renda digna e ok, você tem que trabalhar muito, muito, muito, muito mesmo. E, pra conseguir fazer esses desafios deles, pra conseguir um valor maior, tem que trabalhar mais ainda, entendeu? O que é perigoso também, porque, às vezes, você quer ir mais rápido, no caso de quem era entregador de bicicleta, como eu, você quer fazer uma entrega mais rápida. Acaba sendo perigoso, porque o trânsito, no Rio de Janeiro, é daquele jeito, né, perigoso. E outra, se a gente não… se acontecer algum acidente e a gente não tiver fazendo nenhuma entrega, eles também não cobrem nada, entendeu?

MARCELISE AZEVEDO: Você acredita que uma formação popular sobre os direitos trabalhistas que esses trabalhadores têm, estabelecidos em legislação e em razão de decisões judiciais, poderia auxiliar na conscientização sobre a precariedade das suas condições de trabalho?

Acredito, sim. Inclusive, Daniele, depois que eu larguei, depois que eu parei de fazer entrega pela Uber Eats, eu procurei as centrais trabalhistas é… pra justamente discutir sobre isso. Porque eu já tinha ali, na minha mão, quais os problemas que a gente enfrentava e já tinha formalizado, na minha cabeça, o que precisava e o que a gente encontrava lá, entendeu? Qual era o pensamento que eu tinha antes de trabalhar como entregadora e o pensamento que eu tive depois. E eu já consegui um trabalho de carteira assinada, mas, mesmo assim, eu ainda quis saber mais sobre isso e de que forma as pessoas poderiam se conscientizar a respeito disso. Procurei centrais sindicais e acredito que sim, depois que eu fiz isso, a conscientização das pessoas a respeito disso, dos direitos, é … da precarização da força de trabalho, ia mudar muita coisa. Porque, primeiro, você tem que conscientizar as pessoas, né, pra depois conseguir mudar alguma coisa. (…) Então, foi isso que eu procurei buscar com as centrais sindicais, de que forma que poderia ser legalizado e qual sindicato poderia olhar por esses trabalhadores. A princípio, o Sindicato dos Rodoviários seria o sindicato responsável pelos uber. Só que o que que acontece? Eu não sei se isso já mudou, porque eu não estou mais tão inteirada. Eles ainda não tinham muita base a respeito de como funcionava isso, de como era essa divisão dos motoristas e os ciclistas, entendeu? Então, acho que ainda precisava muito o sindicato se embasar para poder fazer alguma coisa, pra poder levar a discussão, pelo menos, entendeu, para os trabalhadores. E procurar esses trabalhadores, porque, se não ouvir eles, não tem como resolver nada.

MARILDO MENEGAT: Minha questão sobre este tema é entender e delimitar se estamos diante de uma ‘metamorfose do mundo do trabalho’ – entendida como resultado de uma reestruturação produtiva e do choque de novas tecnologias -, ou diante do ‘colapso do mundo do trabalho’ – devido às novas tecnologias poupadoras de trabalho humano, como as da terceira e, agora, quarta revolução industrial – , com as atividades assalariadas regulares tornando-se cada vez mais raras e insignificantes na dinâmica da acumulação do capitalismo atual. Tal diferença muda completamente o tratamento que se deve dar ao tema. Se for uma metamorfose, teremos no futuro chances de produzir novos instrumentos de regulação – como ocorreu no fordismo. Se for colapso, não haverá futuro reconhecível por padrões do passado. Como você percebe esta zona cinzenta da fronteira, ou seja, como são suas projeções de futuro – otimistas? Ou são sombrias?

Então, quando a gente vê essa proposta de trabalho, antes da gente encarar esse trabalho de entregador por aplicativo, a gente tem justamente essa visão de que é uma nova tecnologia, entendeu? De que a tecnologia está ajudando pessoas desempregadas a ter algum tipo de renda, de que o avanço tecnológico tá ajudando os trabalhadores. Essa é a visão que a gente tem no início. Depois que a gente começa a trabalhar, depois que a gente encontra todos os problemas, sente que está sendo explorado, é exatamente esse colapso entre as relações de trabalho que a gente entende, entendeu, que a tecnologia tá precarizando mais ainda a força de trabalho do trabalhador. Então, exatamente não seria a tecnologia como um todo, entendeu, mas o capitalismo usando a tecnologia pra precarizar ainda mais a força de trabalho das pessoas.

NAIR HELOISA BICALHO DE SOUSA: A distribuição do trabalho através de plataformas digitais pretende isolar os trabalhadores, tirando o espaço físico de trabalho que sempre foi a sua mais importante base organizativa. Em muitos lugares, na Europa principalmente, esses trabalhadores, porque são trabalhadores e não empreendedores, desenvolveram estratégias, pontos de encontro, redes de comunicação que os mantiveram em contato, para estabelecerem formas de organização e de luta. Com toda a fragmentação que recai sob esses trabalhadores, a greve ainda é o horizonte forte de luta da classe. Há exemplos de greves bem sucedidas nesse campo. Qual é a sua experiência nesse processo (greve por exemplo, se já participou de alguma) e o que identificou como núcleo duro dessa forma de luta, enquanto reconhecimento, agenda de reivindicações, ganhos de proteção e de remuneração?

Então, a greve, ela vai ser ainda muito inviável pra pessoas que ainda estão nesse trabalho de entregador de aplicativo, porque é justamente aquilo que eu falei pra você. O sindicato ainda tá na superfície do problema, entendeu? Eles não têm sindicato de fato. Então, quando não se tem um sindicato pra juntar todos esses problemas e conscientizar e direcionar e explicar como é que uma greve deve ser feita, entendeu, vai ficar muito difícil de existir uma greve pra os motoristas e os entregadores, principalmente os entregadores, entendeu? Porque os motoristas, eles até conseguem se unir mais, mas os entregadores é mais complicado essa situação. Então, enquanto não houver uma posição do sindicato que esteja ali presente, orgânico, pra ajudar as pessoas, vai ser muito difícil ter uma greve. E acredito que, sim, a greve iria mudar muita coisa, iria assegurar muita coisa pra essas pessoas, entendeu? Eles precisam muito de alguém que chegue ali e fale o que que é uma CLT, porque a maioria, posso garantir pra você, é gente jovem, tá no primeiro emprego, que ainda nem assinou a carteira, que ainda não entendeu que um ambiente de trabalho, que um ambiente de trabalho que te mantenha seguro, de que você tenha a certeza de que você não vai sofrer um acidente e de que ninguém vai te assaltar lá dentro, de você ter um banheiro, que é uma coisa básica, pra você usar, de você ter um lugar pra você sentar e comer a sua marmita, entendeu, que tenha um lugar que te dá um tíquete de refeição pra você comer alguma coisa, entendeu, eles não têm ainda essa noção. Então, é justamente isso, esse conteúdo que teve na pergunta, que é muito interessante. Eles não sabem o que é ter estrutura de um local de trabalho pra que se sinta seguro, entendeu? Ainda falta muita informação.

RODRIGO CARELLIPela nossa lei, um empregado pode ter horário de trabalho fixo ou variável, remuneração fixa ou variável e ter mais de um empregador. Mantendo a flexibilidade que você tem, você gostaria de ser reconhecida/o como empregada/o da plataforma para a qual você trabalha? Você gostaria de ter direitos trabalhistas? 

Então, na época, quando eu trabalhava, quando eu já tava no terceiro mês, era tudo o que eu mais queria, entendeu. Porque eu tinha essa consciência ali ainda. No meio das pessoas, parece que, pelo menos, eu tinha alguma consciência de direitos trabalhistas, entendeu? A maioria das outras pessoas não tinham. Então, eu era uma exceção à regra. As outras pessoas não tinham essa consciência. Então, eu acho que eu posso até falar por elas de que elas, por exemplo, não teriam essa consciência, entendeu? Quando eu percebi que, se eu tivesse uma carteira assinada ou, no mínimo, um contrato, eu iria ter, eu poderia até fazer o meu horário, mas eu iria ter coisas básicas asseguradas, entendeu, como um tíquete-refeição. O entregador, ele não tem nenhum auxílio pra comer. Ele entrega comida com fome, o dia inteiro, entendeu? Então, esse era um dos graves problemas de trabalhar como entregador de aplicativo, principalmente, pra mim, que sabia que eu tava com muitos direitos cortados e não tinha acesso a eles, mas, mesmo assim, tava me submetendo àquilo.

SAYONARA GRILLO: Poderia nos contar como é ser entregadora ou entregador de produtos comprados por uma plataforma, relatar como é sua vida e seu trabalho? Como é sua vivência concreta na recepção de produtos e serviços com os fornecedores e na entrega de mercadorias para pessoas? Você recebe gorjetas? Seu trabalho é atravessado por seu gênero? Existem desafios específicos na singularidade do trabalho, considerando o seu gênero?

Então, é… quando eu trabalhava, eu não entregava só pela Uber Eats. Eu também entregava pela Rappi. E Uber Eats era só comida. Então, a gente ia até as lojas, entendeu? O aplicativo chamava. O aplicativo fazia essa mediação com o Mc Donald’s, por exemplo. O Mc Donald’s vai lá, se cadastra no Uber Eats e o Uber Eats já tem o nosso cadastro de entregador. Então, ele faz essa mediação. Um pedido que um cliente, na Barra da Tijuca, fez pro Mc Donald’s, quer dizer, fez no Uber Eats, ele já sabe que é no Mc Donald’s. Então, a gente vai lá, no Mc Donald’s, pega o produto com o gerente e entrega pras pessoas. A Rappi é basicamente a mesma coisa. Só que a Rappi tinha vários produtos, entendeu? Não era só comida. A farmácia, produtos diversos. Então, ainda tem essa questão de que a gente, pra conseguir fazer algum valor maior, a gente precisava tá cadastrado em todos os aplicativos. O iFood também. O iFood também a gente podia fazer entrega. Eu era cadastrada nuns três aplicativos. Então, era essa relação. Os aplicativos faziam essa mediação e a gente ia até o estabelecimento, ia até a casa dos clientes e entregava. Assim, era muito mais difícil encontrar mulheres trabalhando. Eu era uma das poucas, entendeu? Até quando você faz o cadastro no aplicativo, quando você é mulher, ele demora mais a te aprovar, entendeu? Demora mais tempo pra ser aprovado. Eu fui aprovada, por exemplo, no iFood, com quinze dias úteis, enquanto um colega meu foi aprovado com cinco dias úteis, entendeu? Então, funciona, mais ou menos, dessa forma. Era essa mediação que o aplicativo fazia pra gente. E a gente acabava ficando vulnerável a muita coisa, a cliente que desrespeitava, até porque eles sabiam como é que funcionavam essas relações, que a gente não tinha nenhum vínculo empregatício com o aplicativo. Então, eram mal-educados, entendeu? (…) Então, acontecia, assim, de eu receber gorjeta. Geralmente, o que a gente fazia? Quando o cliente queria dar gorjeta, ele sabia que tinha a opção de dar gorjeta no aplicativo, mas a gente pedia pra que não fizesse isso. Preferia que desse em mãos, porque, com… teve uma das perguntas que mencionou o fato de que a gente, às vezes, tomava punição. Então, quando a gente tomava punição, a gente perdia tudo junto. Gorjeta, valor, entendeu? Ah, um cliente que, às vezes, o cliente cancelava o pedido e a gente ficava como se, por exemplo, a gente não tivesse entregado. O aplicativo também acontecia isso. O cliente cancelava o pedido, não recebia o valor do cliente e, às vezes, o aplicativo dava como se a gente não tivesse entregado. Então, eram diversos tipos de punições. Injustas, na maioria das vezes, porque o sistema também era falho.

CONSIDERAÇÕES FINAIS DE MAYRA ANDRADE: Basicamente, eu só queria falar que eu achei todas as perguntas muito interessantes e foram, a fundo, em todos os problemas que a gente enfrentava. É bom saber que esses professores tão importantes, que fizeram essas perguntas agora, têm uma consciência, que é um dado que não é empírico, né, porque não trabalharam com isso. É bom saber que têm pessoas que têm essa consciência, entendeu, porque agora eu não sou mais entregadora, mas, assim, o que mais as pessoas que estão precisando e ainda trabalham com isso é que haja uma conscientização. Pessoas de fora, que bom que as pessoas de fora têm consciência da precarização da força de trabalho das pessoas e ajudam, de alguma forma, a conscientizar algumas delas também. E a questão de sindicato, entendeu, acho que o que mais está precisando agora, seria o ponto de partida para resolver a maioria desses problemas, seria um sindicato que tivesse mais orgânico e ajudando essas pessoas, entendeu? Eu também queria agradecer muito a oportunidade. Achei muito interessante voltar a falar sobre esse tema.

Fonte: GGN
Texto: Daniele Barbosa
Data original da publicação: 25/03/2022

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