Um futuro menos desigual para o Brasil
Por Raquel Nadal | País registrou redução das desigualdades impulsionada pela geração de empregos e crescimento da renda
Reflexões sobre o mundo do trabalho a partir de diferentes áreas do saber, como Direito, Economia, Sociologia e História.
Por Raquel Nadal | País registrou redução das desigualdades impulsionada pela geração de empregos e crescimento da renda
Por Clemente Ganz Lúcio | O FAT precisa ser permanentemente reposicionado como pilar estratégico do futuro do trabalho no Brasil, no processo de transformações disruptivas em curso.
Por Paulo Pachá e Eduardo Daflon | O que os proponentes do tecnofeudalismo identificam como uma característica feudal — uma massa de trabalhadores expropriados — é, efetivamente, o traço central do capitalismo.
Por Eleutério F. S. Prado | Berman e Milanovic descobrem um fenômeno estatístico: a fusão de altas rendas do trabalho e do capital no topo. Seria isso o fim das classes ou apenas a financeirização da burguesia?
Por Ladislau Dowbor | Em meio ao domínio das big techs, movimento oposto ganha força internacional: tecnologia e conectividade em favor do Comum e da Colaboração. Livro expõe a transformação – de plataformas a bancos e data centers – e reflete sobre ela
Por Fernanda Nedwed Machado | Discutir autonomia sem enfrentar mecanismos institucionais que geram seus efeitos distributivos significa aceitar, por omissão, redesenho silencioso das prioridades do Estado
Por Márcio Ayer | Em artigo, sindicalista traça importância dos sindicatos ao longo da História
Por Gus Cochran | A SpaceX de Elon Musk lidera um ataque à constitucionalidade do National Labor Relations Board
Por Murillo van der Laan | Em livro provocador, Aaron Benanav sustenta: são frágeis as visões distópicas (e também as utopias) baseadas em robótica e IA. Sua perspectiva: já há meios técnicos para garantir a abundância e a igualdade. Alcançá-las é tarefa da política
Por Nivaldo Santana | O desemprego é baixo, mas os salários também. Por isso as mudanças progressivas na tabela do imposto de renda e a redução da jornada contribuem para aumentar o poder aquisitivo e ampliar a oferta de empregos.
Por André Costa | Há uma construção histórica desde a década de 90 que favorece as relações de trabalho precarizadas, começando pela terceirização em atividades-fins, chancelada pelo STF no Tema 725 de repercussão geral
Por Ricardo L. C. Amorim | Há, hoje, uma curiosa discussão sobre os números positivos do mercado de trabalho e a preocupação com a desaceleração da produção. Há uma contradição aqui? Não
Por Clemente Ganz Lúcio | O sistema precisa ser repensado como uma plataforma pública de políticas integradas de trabalho, emprego e renda, voltada para um mundo do trabalho em transição permanente
Por Álvaro Ruiz | Es curioso que cuando se aborda el tema de la “reforma laboral” desde el sector empresario, el oficialismo o sus aliados y los medios de comunicación afines, se presente como una exigencia devenida de una obsolescencia de la legislación del trabajo
Por Marcos Verlaine | Por trás do discurso de modernização e eficiência está um objetivo claro: abrir filão bilionário para o setor privado
Por Wagner Souza | A elite econômica e política da Europa não parece capaz de repensar suas economias
Por Cássio Casagrande | Supremo ignora sistema de precedentes, desestrutura mercado de trabalho, cria injustiça tributária e põe em risco a previdência social
Por Fernando Nogueira da Costa | O risco é o de uma nova forma de apartheid econômico, no qual a moeda privada e algorítmica se torna um marcador de pertencimento de casta: quem domina o código e participa da rede pertence à elite; quem não domina é relegado à periferia digital.
Por Nahema Nascimento Falleiros | Em tempos de IA, tem sido ainda mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do próprio capitalismo – cujo modus operandi, este sim, ameaça tanto a(o)s trabalhora(e)s quanto a natureza
Por Marcio Pochmann | A financeirização, ao esvaziar a estrutura produtiva, não gera apenas desigualdade, mas um terreno fértil para o retorno trágico do fanatismo religioso e do banditismo social como respostas patológicas a uma massa sobrante sem destino