A negociação da igualdade de oportunidade na categoria bancária

Regina Coeli Moreira Camargos

Fonte: Revista Ciências do Trabalho, São Paulo, n. 5, p. 113-130, dez. 2015.

Sumário: Contexto, histórico e concepções | O perfil dos trabalhadores nos bancos: o que mostram os dados do censo da diversidade da Fenaban | Considerações finais | Referências bibliográficas | Anexo estatístico

Os bancários têm forte protagonismo no movimento sindical brasileiro na luta pela igualdade de oportunidades na vida e no trabalho. A luta por igualdade na categoria teve início em meados da década de 80 do século XX, com a reivindicação pelo pagamento do auxílio-creche na campanha salarial de 1986.

A luta dos bancários pela igualdade combinou duas estratégias: a) ação política, concretizada nas negociações coletivas por meio da inserção de cláusulas de promoção da igualdade e combate à discriminação, em manifestações como passeatas e atos, em campanhas de mobilização e conscientização dos trabalhadores e em ações junto a governantes e parlamentares em nível federal, estadual e municipal, por meio da propositura de leis de combate às diversas formas de discriminação e; b) produção de pesquisas, estudos e cartilhas sobre a situação de mulheres e negros nos bancos, com base em dados da RAIS e da Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese, além da realização de seminários e conferências temáticas.

O artigo fará um histórico das conquistas obtidas pelos bancários e avaliará as possibilidades de a categoria avançar no campo da igualdade de oportunidades, em suas negociações coletivas.

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Regina Coeli Moreira Camargos é Professora da Escola Dieese de Ciências do Trabalho.

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