Solicitações de auxílio-desemprego em alta nos EUA

As solicitações iniciais de auxílio-desemprego subiram na última semana nos Estados Unidos, o que aumentou o pessimismo sobre a situação trabalhista, reportou ontem (13) o Departamento do Trabalho.

O indicador aumentou em oito mil e localizou-se em 339 mil, superior ao prognosticado pelos analistas.

A média de quatro semanas, considerada uma medida mais confiável da tendência, também teve altas.

Um relatório governamental recente mostrou que os empregadores dos Estados Unidos contrataram menos pessoas que o previsto em janeiro, um mercado que sofre há vários anos pela insuficiente criação de postos.

No primeiro mês do ano criaram-se 113 mil novas vagas, menos que as 190 mil previstas, o que foi interpretado como um sinal de deterioração econômica, apesar da diminuição da taxa de desemprego.

O índice de desemprego caiu um décimo e localizou-se em 6,6 por cento, queda atribuída em parte ao abandono de localização pelo pessimismo existente.

O segundo mês consecutivo de contratações fracas, marcado por declives nos setores varejista, de serviços públicos, governo, educação e saúde, poderia ser um problema para o Federal Reserve (FED), envolvido numa redução paulatina do estímulo monetário.

A taxa de participação, que é a proporção de estadunidenses em idade trabalhista que têm trabalho ou procuram algum, aumentou para 63 por cento dos 62,8 precedentes, quando tinha retrocedido ao mínimo em mais de 35 anos registrado em outubro.

Especialistas sublinharam que a taxa de desemprego está mais próxima ao nível de 6,5 por cento, considerado prudente pelos servidores públicos do FED para pensar em subir as taxas de juros, localizadas em mínimos históricos.

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Fonte: Prensa Latina
Data original da publicação: 13/02/2014

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