Com nova atualização do governo, UGT e CTB crescem

Nova aferição divulgada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social mostra a CUT mantendo-se em primeiro lugar no ranking das centrais e crescimento da UGT e da CTB em relação à Força Sindical. Os dados, obtidos por um grupo de trabalho criado em 2014, referem-se à Lei 11.648, de 2008, que reconheceu formalmente as centrais na estrutura sindical brasileira.

Segundo o levantamento, publicado na edição da segunda-feira (07/03) do Diário Oficial da União, a CUT tem 2.319 entidades filiadas (21,22% do total), com 3.904.817 trabalhadores sindicalizados, índice de 30,47% da base. O segundo lugar em número de sindicalizados é da UGT: 1.458.320 (11,38%). A central tem 1.277 entidades (11,69% do total).

Com 744 entidades filiadas (6,81% do total nacional), a CTB aparece com índice de sindicalização de 10,04% (1.287.110). Nesse critério, CTB e UGT ficam à frente da Força, com 9,98% de sindicalizados na base (1.279.477) e 1.615 entidades (14,78%).

Com 1.028.439 sindicalizados, a CSB tem índice de 8,02%. A central reúne 597 entidades, 5,46% do total. E a Nova Central aparece com 7,45% (954.443 trabalhadores associados a sindicatos) e 1.136 entidades (10,4%).

São estas seis centrais – CUT, UGT, CTB, Força, CSB e Nova Central –, de uma lista de 13, que obtêm o número mínimo de sindicalização (7%) exigido pela lei.

Entre as demais, a CSP-Conlutas tem índice de 2,24% (286.732 sindicalizados) e a CGTB, de 1,94% (248.207). No total, a aferição mostra 10.926 entidades e 12.815.466 sindicalizados.

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Fonte: Rede Brasil Atual
Data original da publicação: 08/03/2016

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